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Hipertexto

 

Disciplina: Oficina de texto: Gêneros Emergentes

Professora:  Carla V. Coscarelli

O Hipertexto

Autoras:        Andressa Jorge Sarssur
                Eliane Evangelista
                Maria Lucimar Pereira

A expressão "ambiente de hipertexto" pode gerar dúvidas sobre o seu real significado.
Segundo Marcuschi o hipertexto não pode ser tratado como um gênero e sim como um modo de produção textual que pode estender-se a todos os gêneros dando-lhes neste caso algumas propriedades específicas.

"Na sua forma mais avançada e limítrofe, o hipertexto seria algo assim como um texto escrito no eixo do paradigma, ou seja, um trecho que já traz dentro de si várias outras possibilidades de leitura e diante do qual se pode escolher várias alternativas de atualização. Na verdade, não se trata mais de um texto, mas de uma imensa superposição de textos, que se pode ler na direção do paradigma, como alternativas virtuais da mesma escritura, ou na direção do sintagma, como textos que correm paralelamente ou que se tangenciam em determinados pontos, permitindo optar entre prosseguir na mesma linha ou enveredar por um caminho novo. A maneira mais usual de visualizar essa escritura múltipla na tela plana do monitor de vídeo é através de "janelas" (windows) paralelas, que se pode ir abrindo sempre que necessário, e também através de "elos" (links) que ligam determinadas palavras-chaves de um texto a outros textos disponíveis na memória." (MACHADO, 2001).

O hipertexto permite os saltos de um assunto para outro ou de uma página para a outra através de hiperlinks ou links. Daí parte-se para a necessidade de se conceituar essas novas palavras. Hiperlinks são palavras ou ilustrações pré-estabelecidas como pontos de saltos. Quando clicadas, provocam a transferência para outro assunto ou página Web. Hiperlinks são comumente chamados links.

Por sua vez, Web é o ambiente multimídia Internet, também conhecido como WWW. E Internet é a rede mundial de computadores interconectados. O ambiente de hipertexto  introduz novos paradigmas conduzindo à idéia de uma textualidade contemporânea. O hipertexto apresenta simultaneamente várias características encontradas de forma esparsa nos textos tradicionais. Há a simultaneidade da produção e da circulação do texto numa velocidade e amplitude diferente da transmissão oral. O processo de leitura é fragmentado de forma que a centralidade da leitura não é a perspectiva única. As ligações por nós (links)  estabelecem a ausência de limites e a indeterminação do percurso a ser seguida pelo leitor. Nesse sentido, o leitor interfere na organização do espaço de sentidos do texto, já que ao decidir percorrer um caminho em detrimento de outro estabelece a irreprodutibilidade da experiência individual de leitura.

O texto de Arlindo Machado esclarece:

"Os sistemas de hipertexto nos permitem estruturar  relações (de conseqüência, de contradição, etc.), interligando fragmentos afins, através de "elos" e palavras chaves. Assim, pode-se realizar entre os textos as ligações que quiser, na quantidade que forem necessárias, como também anulá-las, se considerar que a relação não é mais pertinente, ou estabelecer outras posteriormente. Quando estiver lendo um fragmento de texto, todos os outros textos relacionados a ele aparecem sinalizados através de recursos gráficos e pode-se acessá-los paralelamente, abrindo novas "janelas" na tela. Estes textos acessados, por sua vez, estão conectados com outros e estes outros com mais outros, de modo que o leitor-operador pode ir definindo, ao longo do processo de leitura, o percurso a seguir dentro do chamado hiperdocumento. Se preferir, ele pode também abrir uma "janela" para ver o gráfico (inteiro ou em partes) de todas as conexões relacionadas com determinado texto ora atualizado na tela. O processo de leitura (mas também o de escritura, visto que o hipertexto não faz distinção entre uma coisa e outra: a qualquer momento da leitura, o usuário pode acrescentar novos textos, eliminar outros, refazer os elos ou o diagrama estrutural que os organiza todos) é designado pela metáfora bastante pertinente da navegação, pois se trata realmente de "navegar" ao longo de um imenso mar de textos que se superpõem e se tangenciam."

"Há, assim, uma característica comum que une hipertexto informatizado e texto literário: a possibilidade de buscar leituras que não se limitem a percorrê-los do modo imediato e seqüencial. Por outro lado, há algo que os separa: o fato de que o texto impresso apresenta uma hipertextualidade virtual (isto é, dependente de como o leitor vai buscar elementos de interpretação e amarrá-los em sua leitura), enquanto o hipertexto coloca concretamente na tela do computador toda uma procissão de imagens, ícones, sons, referências, dados etc." (SANTOS, Internet).

Marcuschi afirma que "o hipertexto não tem um centro, ou seja, não tem um vetor que o determine. Ele não é uma unidade com contornos nítidos, como já dissemos. Ele é um  feixe de possibilidades, uma espécie de leque de  ligações possíveis. Serve-lhe de metáfora a noção de estrela que não forma um centro mas vários vértices que se ligam a outros vértices. A ausência de centro tira a possibilidade de limites e contornos definidos. Aquilo que num texto impresso pode ser tido como digressão se torna o modus faciendi e o modus legendi do hipertexto.

Metáforas comuns para designar essa falta de centro do hipertexto são as noções de labirinto, rede, tentáculo, paisagem, tecido e outras nessa mesma linha. Paralelamente a isso, a leitura é denominada por metáforas do tipo navegação, nomadismo, caminhada. Essas expressões  sugerem sempre um aspecto saliente, ou seja, a falta de uma ordenação tradicional."

Para Pierre Levy, o hipertexto é talvez uma metáfora válida para todas as esferas da realidade em que significações estejam em jogo.

Ao falar de hipertexto,  ele fala dos 'clarões'que acontecem na comunicação, ou seja, a construção de redes de significação (transitórias) que ocorrem na mente de um ouvinte.

"Quando ouço uma palavra, isto ativa imediatamente em minha mente uma rede de outras palavras, de conceitos, de modelos, mas também de imagens, sons, odores, sensações proprioceptivas, lembranças, afetos,etc."(p.23)

       
Ele utiliza a noção de nós em uma rede ou minirrede que ativam a construção de uma ou outra significação semântica.
Para ele o hipertexto é:

       

"Um conjunto de nós ligados por conexões. Os nós podem ser palavras, páginas, imagens, gráficos ou partes de gráficos, seqüências sonoras, documentos complexos que podem eles mesmos ser hipertextos. Os itens de informação não são ligados linearmente, como em uma corda com nós, mas cada um deles, ou a maioria, estende suas conexões em estrela, de modo reticular. Navegar em um hipertexto significa portanto desenhar um percurso em uma rede que pode ser tão complicada quanto possível. Porque cada nó pode, por sua vez, conter uma rede inteira."(p.33)

Em sua obra As tecnologias da inteligência, Lévy propõe seis princípios abstratos para o modelo de hipertexto:

- Príncipio de metarmofose
A rede hipertextual está em constante construção e renegociação. Ela pode permanecer estável durante um certo tempo, mas esta estabilidade é em si mesma fruto de um trabalho. Sua extensão, sua composição e seu desenho estão permanentemente em jogo para os atores

envolvidos, sejam eles humanos, palavras, imagens, traços de imagens ou de contexto, objetos técnicos, componentes destes objetos, etc.

- Princípio de heterogeneidade
Os nós e as conexões de uma rede hipertextual são heterogêneos. Na memória serão encontradas imagens, sons, palavras, diversas sensações, modelos, etc., e as conexões serão multimídias, multimodais,  analógicas, digitais, etc. O processo sociotécnico colocará em jogo pessoas, grupos, artefatos, forças naturais de todos os tamanhos, com todos os tipos de associações que pudermos imaginar entre estes elementos.

- Princípio de multiplicidade e de encaixe das escalas
O hipertexto se organiza em um modo 'fractal', ou seja, qualquer nó ou conexão, quando analisado, pode revelar-se como sendo composto por toda uma rede, e assim por diante, indefinidamente, ao longo da escala dos graus de precisão. Em algumas circunstâncias críticas, há efeitos que podem propagar-se de uma escala a outra: a interpretação de uma vírgula em um texto elemento de uma microrrede de documentos, caso se trate de um tratado internacional, pode repercutir na vida de milhões de pessoas (na escala da macrorrede social);

.
- Princípio de exterioridade
A rede não possui unidade orgânica, nem motor interno. Seu crescimento e sua diminuição, sua composição e sua recomposição permanente dependem de um exterior indeterminado: adição de novos elementos, conexões com outras redes, excitação de elementos terminais (captadores), etc. Por exemplo, para a rede semântica de uma pessoa escutando um discurso, a dinâmica dos estados de ativação resulta de uma fonte externa de palavras e imagens. Na constituição da rede sociotécnica intervêm o tempo todo elementos novos que não pertenciam no instante anterior: elétrons, micróbios, raios X, macromoléculas, etc.

- Princípio de topologia
Nos hipertextos, tudo funciona por proximidade, por vizinhança. Neles, o curso dos acontecimentos é uma questão de topologia, de caminhos. Não há espaço universal homogêneo onde haja forças de ligação e separação, onde as mensagens poderiam circular livremente. Tudo que se desloca deve utilizar-se da rede hipertextual tal como ela se encontra, ou então será obrigado a modificá-la. A rede não está no espaço, ela é o espaço.

- Princípio de mobilidade dos centros
A rede não tem centro, ou melhor, possui permanentemente diversos centros que são como pontas luminosas perpetuamente móveis, saltando de um nó a outro, trazendo ao redor de si uma ramificação infinita de pequenas raízes, de rizomas, finas linhas brancas esboçando por um instante um mapa qualquer com detalhes delicados, e depois correndo para desenhar mais à frente outras paisagens do sentido.

 

Referências Bibliográficas:

LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática; tradução de Carlos Irineu da Costa. Rio de Janeiro. Ed. 34, 1993. 208p. (Coleção TRANS)

 
MACHADO, Arlindo. Máquina e imaginário: O desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 2001. 3. ed.

MARCUSCHI, Luiz Antônio. Gêneros textuais emergentes no contexto da tecnologia digital. Texto da Conferência pronunciada na 50ª Reunião do GEL - Grupo de Estudos Lingüísticos do Estado de São Paulo, USP, São Paulo, 23-25 de maio de 2002.

Marcuschi, L. A. A coerência no hipertexto. I Seminário sobre hipertexto. Recife: UFP, 2000.

 

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Fernanda Gontijo / Raquel S. Mol.

 

Carla, colegas.

Gostaríamos de saber se o texto melhorou, se falta alguma coisa e se o final pode ter aquele incentivo para que o professor se aventure a experimentar uma aula virtual.

 

A propósito, Carla e colegas interessados no Hipertexto. No site da ABED www.abed.org.br/ tem um curso interessante que questiona se o hipertexto pode ou não ser um gênero textual. Não fomos além dos itens sugeridos para a discussão e nem sabemos se precisa preencher a inscrição de aluno para abrir os textos. Estávamos procurando sobre o nosso assunto e por acaso vimos. Achamos que alguém pode se interessar.

Na explanação sobre o curso aparece assim:

“Alguns temas básicos tratados:

 

 

 

                    Web Aula – uma maneira nova de se fazer Educação.

 

 

O mundo atual conheceu, nas últimas décadas, uma nova dimensão em tecnologia com o aparecimento de um equipamento bastante avançado - o computador. Este passou a ser um instrumento de trabalho, diversão, comunicação, informação dentre muitas outras coisas que ele pode nos proporcionar. Por isso o computador, hoje, pode-se dizer que faz parte da lista de utensílios que uma casa bem montada deve ter, e faz parte também do dia a dia das pessoas que se encantaram com os recursos do mundo virtual. É um instrumento capaz de digitar, imprimir e copiar textos, armazenar, compactar, organizar dados de forma mais eficiente que a maneira tradicional – caneta / papel, calculadora, máquina de escrever. Além das tarefas processadas nessa máquina, quando o computador está operando conectado em rede mundial ligada pela Internet, via satélite, realiza um número infindável de tarefas, inimagináveis aos que a ele não tem acesso.

Com surgimento da Internet o computador tornou-se também um potente instrumento de comunicação. As tradicionais cartas, cartões, telegramas, entrevistas, conversas não foram abandonados, mas ganharam uma feição informatizada, na qual a fluência e rapidez são garantidas, já que a qualidade e o tempo são itens importantes no mundo hoje. Também o comércio, a propaganda, notícias, etc. encontram na Internet uma via de longo alcance para alcançar pessoas do mundo inteiro que estejam interessadas em comprar, vender, se divertir e se informar sobre os mais diversos assuntos. Na área do conhecimento a Internet proporcionou uma dimensão ampliada no ensino e na divulgação de estudos e pesquisas. 

De um modo especial, queremos tratar da modalidade Web-aula como uma forma virtual de fazer educação, ou seja, uma técnica de informática para transmitir ensino à distância.

Um toque de história - O conceito de educação à distância é anterior à Internet ou mesmo às tecnologias da comunicação. No Brasil essa forma de aprender, data do início do Séc. XX, quando os fascículos enviados por correspondência ou vendidos nas bancas de revista popularizaram os cursos técnicos ou profissionalizantes. Em outras partes do mundo, o começo dessa modalidade de ensino data do séc. XIX (nos Estados Unidos e na Europa). Alguns analistas chegaram a aproximar o surgimento do ensino não-presencial à invenção da escrita. Sabe-se que as investidas iniciais surgiram como um ensino paralelo, sempre voltado para habilitar o cidadão a exercer uma atividade profissional. A evolução dos meios de comunicação trouxe para a educação diversas fontes alternativas para a difusão do conhecimento. O rádio e a TV formaram grandes aliados para quem buscava uma formação mais sólida. O telecurso ainda hoje forma mais de 500 mil alunos por ano no Brasil. Aos poucos o ensino à distância foi chegando às universidades, e as pesquisas com ambientes virtuais de ensino tiveram um crescimento significante. Foram despontando as primeiras aulas, depois os minicursos, até chegar a disciplinas oferecidas de modo não presencial. Também começaram a espalhar as videoconferências e a formação de redes de trabalho.

Mas foi certamente a chegada da Internet que rompeu a barreira entre educação formal e não-presencial. O governo federal assumiu o papel de regulador do ensino á distância exigindo das instituições obediência às normas que direcionam as bases educacionais. Universidades, faculdades e centros universitários se unem, hoje, em torno de uma tecnologia e compartilham cursos, disciplinas e experiências.

Em tempos de Internet de alta velocidade, PCs - Personal computers (computadores) de última geração, palms (mini computadores portáteis) cada vez mais acessíveis e muita sede de conhecimento, a educação à distância voltou a ter lugar de destaque. O número de alunos é infinitamente maior, já que o limite físico da sala de aula é superado e a flexibilidade de horário permite ao aluno adaptar as aulas à sua rotina.

Para o presidente da ABED (Associação Brasileira de Educação à Distância), Fredric Litto, “Acredito que estamos caminhando para o cenário educacional pluralista, que oferecerá um leque de abordagens ao processo de aquisição de conhecimento e de habilidades”. (Revista GALILEU, mês de maio de 2003, pág. 47). 

A facilidade do ensino à distância, via Internet, possibilitou maiores oportunidades para a atualização ou reciclagem para os profissionais ou para qualquer indivíduo que queira adquirir capacitação e diploma, mas que não podem se ausentar de seus domicílios ou paralisar as atividades. Além disso, o aluno pode se dedicar aos estudos e fazer os contatos nos horários que melhor lhe convier.

Para se beneficiar dos recursos que o computador pode oferecer, o interessado deve se ligar à uma empresa que constrói programas de “sites” que possibilitam a conexão à rede mundial. Esta será chamada de “provedor” de acesso à Internet. O provedor é o elo de ligação entre o computador do usuário com a rede mundial. É como se o usuário fizesse uma ligação para a empresa (“provedor”) e esta o transferisse para a rede que possibilitará a comunicação para qualquer parte do mundo. Para a filiação à um provedor é necessário que o usuário crie uma identidade pessoal acrescida do nome do provedor e uma senha que deve ser composta de letras e números, oito dígitos ao todo. Esta senha precisa ser mantida em sigilo para que seja de uso exclusivo de quem a cria. O endereço ou identidade do usuário deve obedecer a um padrão como: jovi@provedor.mario.com.br (não existe). Uma vez ligado à conexão “on line” (Internet), com o provedor efetivado e de posse do seu endereço eletrônico, que é a identidade do usuário, o aluno está pronto para entrar no mundo virtual e fantástico da Internet. 

Para que o usuário possa ter informações sobre os cursos “on line” e, quem sabe, ser um aluno “virtual”, ele pode iniciar a  pesquisa pelos sites de web-aula, na própria Internet, usando os “sites” de procura ou de “buscas” como o http://www.google.com.br/ ou http://br.cade.yahoo.com/, entre outros e pedir buscas com o título “web aula”.

Podemos encontrar alguns “sites” de web-aula particulares como: http://www.webaula.com.br/; outros de entidades como http://www.abed.org.br/ (contém . A ABED (Associação Brasileira de Educação à Distância), “... é uma sociedade científica, sem fins lucrativos, que tem como finalidades: o estudo, a pesquisa, o desenvolvimento, a promoção e a divulgação da educação à distância”. (Transcrito do “site” da ABED).

Os cursos “on line” (pela Internet) disponibilizam tudo: preenchimento de dados para inscrição, explicitação dos preços (quando as aulas são particulares) com as referências bancárias para o pagamento de taxas, acesso à sala de aula (virtual via “e- mail”), textos acadêmicos informativos, avaliações, intercâmbio com os professores para tirar as dúvidas, participação de fóruns, visita a exposições (também pelo site). Em alguns programas o aluno escolhe, inclusive, o idioma que quer fazer as aulas. É, na verdade, um curso que tem uma infra-estrutura de um curso tradicional. A ABED garante que é um procedimento mais barato, se somar todas as despesas embutidas num curso presencial, principalmente para empresas que treinam os funcionários numa sala virtual da qual muitos participam ao mesmo tempo.

As exigências para com os alunos são também como nos cursos tradicionais. Por exemplo, no “site” da ABED há as seguintes recomendações:   

·        “A dedicação mínima semanal exigida é de cinco horas, mas as Semanas estão estruturadas de maneira a permitir um maior aprofundamento por parte daqueles participantes que dispuserem de mais tempo de dedicação”.

·        “É necessário acesso regular à Internet, de preferência em computador com placa de som”.

·        “O domínio de leitura em idioma inglês é fundamental, pois a maior parte das obras estudadas e da bibliografia utilizada está em inglês”.

·        A atribuição do Certificado de Extensão aos participantes dependerá do cumprimento satisfatório das Atividades de cada Semana”.

Algumas instituições de ensino à distância são credenciadas pelo MEC. Dentre elas podemos citar as Universidades Federais dos Estados: do Pará, www.ufp.br/ ; da Bahia, www.facom.ufba.br/ ; do Ceará, www.ufc.br/  ; do Paraná, www.ufpr.br/ ; de São Paulo, www.unifesp.br/ ; a UFOP (Ouro Preto) www.ufop.br/ ; Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul www.pucrs.br/ dentre muitas outras. (Revista GALILEU, maio 2003, pág. 50).

O site e o endereço do MEC também podem ser interessantes para os profissionais da área de educação para desfazer eventuais dúvidas e realizar consultas. Site do MEC: www@mec.gov.br/ 

Endereço: Ministério da Educação – MEC através da Secretaria de Educação a Distância – SEED / Programa Nacional de Informática na Educação – ProInfo. Endereço: Esplanada dos Ministérios Bloco L Sobreloja Sala 123

Brasília / DF - Cep: 70047-900 – Telefone: (61) 410 8961 ou Fax (61) 410 9182.

E - mail: suporteproinfo@mec.gov.br

Enfim a Internet abre muitos caminhos para a ampliação e diversificação dos recursos na educação e de uma maneira sem precedentes traz o mundo e toda a riqueza que ele possibilita, para dentro de casa.

Ser, outrossim, um aluno dos cursos virtuais não presenciais é participar do avanço tecnológico que a informática proporciona à vida das pessoas, hoje.

A Educação é a alavanca que pode mover e mudar o universo e a humanidade. E você, professor, que faz parte deste grupo de pessoas, tem em suas mãos o poderio da força impulsora capaz de movimentar essa alavanca.         

    

 

 

Bibliografia:

MARCUSCHI, L. A. A. Gêneros Textuais: definição e funcionalidade. In: DIONÍSIO, Ângela Paiva; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora. Gêneros Textuais e Ensino. Ed. RJ. Lucerna, 2002, p. 19-36.

GALILEU, Editora Globo, maio de 2003, p. 39-50.

Consultas à “sites” de web aula.

 

 

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